Porta 65 com mais de 1900 candidaturas

Porta 65 com mais de 1900 candidaturas

 

Lusa/AO Online   Nacional   18 de Dez de 2008, 15:26

Mais de 1.900 candidaturas foram entregues na quarta e última fase do programa de apoio ao arrendamento jovem Porta65, uma redução face ao período anterior, que permitiu apoiar 2.361 casos, divulgou o Instituto de Habitação.

  Uma em cada cinco candidaturas (400) referem-se a áreas especiais, a maior parte das quais (369) de jovens que pretendem apoio para alugar casa em zonas do interior do país, 24 relativas a processos de áreas históricas e sete de áreas críticas de recuperação e reconversão urbanística.

    De acordo com os dados do Instituto de Habitação e Reabilitação Urbana (IHRU), a maior parte dos processos referem-se a jovens que vivem sozinhos (1.063), 742 a jovens casais e uma centena a jovens a viver em regime de coabitação.

    A tipologia mais procurada pelos candidatos foi a T2 (1.061 casos) e em termos geográficos as candidaturas partiram de diversos pontos do país. O município com maior número de processos é Lisboa (114), seguido de Vila Nova de Gaia (101), Porto (77), Braga (75) e Coimbra (62).

    No total, os anteriores três períodos de candidatura permitiram apoiar 7.862 casos, num total estimado de 1,2 milhões de euros.

    O Porta65, que este ano substituiu o antigo Incentivo ao Arrendamento Jovem (IAJ), recebeu inicialmente críticas de toda a oposição, protestos que levaram o Governo a alterar na segunda fase de candidaturas (Abril/Maio) algumas regras de acesso.

    O aumento dos tectos máximos das rendas a apoiar - que nalguns casos subiram mais de 80 por cento - e da taxa de esforço (peso da renda no rendimento mensal) foram algumas das alterações introduzidas.

    As mudanças feitas pelo Executivo na segunda fase do Porta 65 deixaram de lado duas das reivindicações da Plataforma Artigo 65 e do Movimento Porta 65 Fechada: a percentagem da renda comparticipada, que no máximo é metade (quando com o IAJ podia chegar aos 75 por cento), e a duração do apoio, que é actualmente de três anos (menos dois).

   


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