Pomares comunitários nos Ginetes fornecem as escolas

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Pedro Nunes Lagarto/Sara Rocha   Regional   16 de Jan de 2013, 11:31

Várias freguesias da ilha de São Miguel aderem à atividade de hortas e pomares comunitários para ajudar os carenciados
Na ilha de São Miguel há uma atividade cada vez mais em expansão, as hortas comunitárias, que nos casos das freguesias  da Maia (Ribeira Grande)  e  Cabouco (Lagoa) estão já em progresso, enquanto que nos Arrifes, Livramento e São Roque (Ponta Delgada) permanecem no papel devendo arrancar este ano.

Mas, há  ainda um projeto de cariz social, constituído por vários pomares comunitários, na freguesia do Ginetes e no lugar da Várzea, que até à data é o único do género. 

 

Começamos então por este caso inédito na ilha - os pomares  comunitários na freguesia dos Ginetes e no lugar da Várzea.

 

Estes pomares situam-se nos jardins públicos da freguesia, bem como nas escolas (ver fotografia principal).

 

Segundo  o  presidente da junta de freguesia dos Ginetes, João Paulo Medeiros, “este projeto dos pomares comunitários teve  inicio em 2010, por altura da estação do outono, quando a junta estava a proceder à renovação dos jardins públicos da freguesia”.

 

A iniciativa acabou por se distinguir das denominadas hortas comunitárias pois, segundo o presidente da junta de freguesia, “o principal intuito ao criar estes pomares foi o de servir as escolas da freguesia com fruta plantada por nós, bem como mostrar às crianças que é preciso plantar, esperar para que estas cresçam e só com trabalho é possível colher o fruto que vem da terra”, disse.

 

“Porque para muitos miúdos os bens alimentares veem das superfícies comerciais, e queremos mostrar que as coisas não se processam desta forma”, acrescentou.

 

João Paulo Medeiros explica que agora a junta de freguesia irá colaborar  na criação de uma horta comunitária, num terreno baldio da Câmara Municipal de Ponta Delgada, “com o intuito de ajudar as famílias carenciadas e desempregadas que precisam de um rendimento extra e ainda de incentivar o sentimento de solidariedade, de partilha e união que se perdeu nas comunidades”.
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