Açoriano Oriental
Educação
Movimento de professores apela ao "bom senso" de Carlos César
O Movimento dos Professores e Educadores Precários e Desempregados de S. Miguel entrega na Presidência do Governo dos Açores um documento em que "apela ao bom senso" de Carlos César para "corrigir os erros" da tutela.
 Movimento de professores apela ao "bom senso" de Carlos César

Autor: Lusa/AO online
“Continuam a faltar professores nas escolas e conhecemos casos concretos de docentes a quem foram dadas disciplinas sem habilitação na área”, afirmou Sónia Penela, acrescentando que o documento que será entregue ao princípio da tarde no Palácio de Santana, "reúne contributos recebidos dos membros do movimento".

Sónia Penela salientou que se trata de "um documento que expõe a situação dos docentes que ficaram fora das colocações, algumas colocações estranhas e também aborda a qualidade do ensino, nomeadamente questões relacionadas com o apoio aos alunos com necessidades especiais".

Os docentes que integram este movimento reafirmam que "foram dadas disciplinas a professores sem habilitações na área", denunciando ainda a existência de "falta de apoio nas escolas para qualquer tipo de dificuldades permanentes dos alunos".

"Tudo o que denunciamos não foi atirado para o ar", frisou Sónia Penela, manifestando a "esperança" de que Carlos César, presidente do executivo regional, seja "sensível a esta causa e faça pressão junto da secretária regional da Educação para corrija a situação".

Depois de ter promovido um protesto em Ponta Delgada a 10 de Setembro, este movimento de docentes precários e desempregados tem vindo a realizar protestos "simbólicos e pacíficos" junto a escolas de S. Miguel, denunciando situações de estabelecimentos de ensino que não obtiveram todos os docentes que solicitaram à tutela.

Sónia Penela revelou que o movimento "tem conhecimento de que já existem grupos de associações de pais que se estão a organizar para fazerem também pressão, porque estão preocupados com a qualidade do ensino".

"Se a região pensa que a educação sai cara, que não queira experimentar os custos da ignorância", frisou.
    
 
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