Governo regional anuncia construção de três novos hotéis


 

Lusa / AO online   Regional   23 de Out de 2007, 18:55

O secretário regional da Economia anunciou esta terça-feira que está prevista a construção de três novos hotéis de cinco estrelas nos Açores, dois dos quais em São Miguel e um outro na Terceira.
Falando na cerimónia de lançamento da 1ª pedra das obras de ampliação do Hotel Caravelas, na ilha do Pico, Duarte Ponte destacou a "confiança" que os privados têm demonstrado no sector do turismo na Região.

O governante adiantou que a aposta do Executivo continua a ser no denominado "turismo de qualidade", ou seja, na construção de unidades hoteleiras que ofereçam "boas condições" aos turistas que visitam as ilhas.

No caso do Pico, ilha onde o Governo Regional iniciou hoje uma visita de três dias, Duarte Ponte adiantou que em breve a sua capacidade hoteleira será duplicada, quer através da ampliação do Hotel Caravelas, quer através da construção do novo Hotel Pico.

As obras de ampliação do Hotel Caravelas vão permitir construir mais 66 quartos e 3 suites, aumentando para 254 camas disponíveis, transformando esta unidade, num hotel de quatro estrelas, que irá oferecer "melhores condições aos turistas".

Também durante esta tarde, o Governo Regional apresentou a 2ª fase da empreitada de instalação do Centro Interpretativo da Paisagem Protegida da Vinha do Pico, um espaço museológico que pretende ser também um ponto de referência para quem procura informação sobre a zona classificada pela UNESCO.

Na altura, o presidente do Governo destacou a necessidade de se proceder à "correcção arquitectónica" de algumas moradias particulares situadas na zona da paisagem protegida da Vinha e que contrastam, por exemplo, com a casa agora recuperada pela executivo, para a instalação deste Centro.

Carlos César adiantou que este projecto de correcção arquitectónica representa um investimento anual de 200 mil euros, que o Governo quer alargar nos próximos anos, de forma a abranger mais proprietários, mas "sem temores e preconceitos".

O chefe do Executivo sublinhou que a preservação arquitectónica na paisagem protegida "não é inimiga do conforto e da qualidade de vida que todos merecem" e deu como exemplo, o projecto de electrificação daquela zona, que está a ser efectuado pelo Governo, numa intervenção onde a modernização não implica um corte com a tradição.
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