Cuidados continuados têm pessoal suficiente para vagas atuais, diz Governo dos Açores

Cuidados continuados têm pessoal suficiente para vagas atuais, diz Governo dos Açores

 

AO Online/ Lusa   Regional   3 de Ago de 2019, 10:55

O Governo dos Açores garantiu esta sexta feira que os recursos humanos são suficientes para as vagas existentes na rede de cuidados continuados, mas admite reforçar o pessoal se for necessária a criação de mais camas.

À margem da reunião das secretárias regionais da Saúde e da Solidariedade Social com a equipa de coordenação regional da rede de cuidados continuados, em Ponta Delgada, ilha de São Miguel, a titular da pasta da Saúde, Teresa Luciano, salientou que está a ser implementada “uma dinâmica diferente” nesta rede.

Segundo Teresa Luciano, desde que foi implementada a nova plataforma de referenciação, em maio, foram admitidos 189 utentes e 120 tiveram alta “para o domicílio, onde os cuidadores, com toda a sua formação, conseguem cuidar dos seus utentes”.

Para a secretária regional da Solidariedade Social, Andreia Cardoso, estes “são indicadores favoráveis”, porque “a rede está vocacionada para um trabalho de grande proximidade e que implica exatamente esta rotatividade”.

Quanto às necessidades da rede, nada foi adiantado dado que falta à equipa de coordenação visitar duas ilhas antes de remeter o diagnóstico às tutelas, o que deverá acontecer até ao final do verão.

Ainda assim, a secretária da Saúde adiantou que “a equipa tem várias propostas para fazer, nomeadamente, dinamização e reafetação das vagas”, para garantir “mais e melhores cuidados” à população.

A nova equipa de coordenação regional da rede de cuidados continuados, nomeada em março, é liderada por Rosário Vidal, antiga chefe da Unidade de Cuidados Paliativos do Hospital de Ponta Delgada.

De acordo com Andreia Cardoso, o grupo de coordenação, que entrou plenamente em funções no mês de maio, fez um trabalho inicial que incluiu “a deslocação a quase todas as ilhas da região, reunião com quase todas as instituições que dispõem desta tipologia de cuidados e também contacto direto com utentes e familiares, no sentido de avaliar a qualidade e as necessidades da rede”.



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