Cerimónia da Restauração da Independência assinalada sem discursos devido à pandemia

As comemorações do 1.º de Dezembro assinalaram-se este ano em Lisboa sem os habituais discursos e num formato mais reduzido, devido à situação pandémica que o país atravessa, justificou o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa.



A cerimónia que assinalou os 380 anos da Restauração da Independência de Portugal perante Espanha (1640) durou cerca de 15 minutos e contou apenas com os procedimentos mais simbólicos, como o içar da Bandeira Nacional e da Restauração, a deposição de flores e a evocação dos heróis.

“Entendeu-se este ano que devia haver uma cerimónia mais sucinta, mais simbólica, atendendo ao estado de pandemia que vivemos”, explicou no final da cerimónia aos jornalistas o Presidente da República.

O presidente da Assembleia da República, Ferro Rodrigues, e primeiro ministro, António Costa, foram outras das individualidades presentes na cerimónia.

Este ano a cerimónia ficou também marcada pelo falecimento do ensaísta Eduardo Lourenço com o Presidente da República e o primeiro-ministro a enaltecerem o percurso do ensaísta português em declarações aos jornalistas.

O ensaísta Eduardo Lourenço, de 97 anos, morreu hoje em Lisboa.

Professor, filósofo, escritor, crítico literário, ensaísta, interventor cívico, várias vezes galardoado e distinguido, Eduardo Lourenço foi um dos pensadores mais proeminentes da cultura portuguesa.


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O Instituto de Segurança Social dos Açores (ISSA) instaurou um processo de averiguação às suspeitas de maus tratos na creche Arco Íris, valência da Casa do Povo das Lajes das Flores, confirmou o Conselho Diretivo da entidade, em resposta escrita ao jornal Açoriano Oriental.