BE acusa República de manobra eleitoral no Subsídio de Mobilidade

A suspensão temporária da obrigação de apresentar dados às Finanças e Segurança Social para aceder ao Subsídio Social de Mobilidade é uma “pura manobra eleitoralista” para beneficiar candidatos da área do PSD nas presidenciais, acusou o deputado bloquista António Lima



O Bloco de Esquerda considera que esta exigência devia ser eliminada de forma definitiva e não apenas suspensa. “É uma pura manobra eleitoralista para enganar os açorianos e ajudar os candidatos da área do PSD, como Marques Mendes, Cotrim de Figueiredo e até António José Seguro, que também tem apoios nesta área”, apontou António Lima, citado em nota de imprensa.

O deputado alerta que o Subsídio Social de Mobilidade “vai ficar em ‘banho maria’ até às presidenciais”, mas depois “os açorianos vão ser castigados por este Governo da República, que sobre esta matéria já mostrou ao que vem”.

Ainda esta semana, no parlamento, António Lima acusou o Governo da República do PSD e do CDS de ter “a intenção de acabar aos poucos com o Subsídio Social de Mobilidade”, recordando que foi o executivo de Luís Montenegro que colocou um teto máximo no valor dos reembolsos e restringiu o acesso a quem tem dívidas à Segurança Social ou às Finanças.

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