Atentados de 11 de Setembro falharam objectivos políticos afirma Paulo Portas


 

Lusa / AO online   Nacional   10 de Set de 2011, 13:10

Os atentados do 11 de setembro falharam os seus objectivos políticos e vieram fortalecer as relações da comunidade internacional, defendeu numa nota o ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, Paulo Portas.

“Passados dez anos sobre os atentados de 11 de setembro de 2001, é necessário reafirmar que o terrorismo nunca é aceitável e sinalizar que os objetivos políticos daquele atentado, apesar do imenso sofrimento causado, não foram conseguidos”, lê-se na nota a que a Agência Lusa teve acesso.

Para o chefe da diplomacia portuguesa, com os atentados, as sociedades “organizaram-se melhor para se defenderem e combaterem o terrorismo, aumentaram a sua cooperação e desenvolveram novos instrumentos, conseguindo importantes progressos e mantendo o respeito pelos princípios basilares da liberdade e da democracia”.

Na nota, Paulo Portas sublinha que “Portugal esteve desde a primeira hora solidário com os EUA e empenhou-se profundamente nos diversos fóruns em promover a cooperação a nível bilateral e multilateral no combate ao terrorismo”.

“A comunidade internacional desde então tem alcançado alguns êxitos decisivos no desmantelamento de redes terroristas e prevenção de novas ações”, afirmou.

No entanto, sublinha que “a ameaça do terrorismo não desapareceu”, o que “obriga a uma vigilância segura e sem falhas”.

“Neste contexto, Portugal continuará fortemente empenhado na proteção dos seus cidadãos e dos valores que distinguem as sociedades democráticas”, assegurou.

O ministro lembra ainda as “vítimas desses atentados, entre as quais cidadãos luso-descendentes” e deixa uma “palavra de homenagem à nação norte-americana e às suas autoridades, com quem Portugal mantém uma amizade secular e, ainda, às vítimas inocentes de outros ataques terroristas em todo o mundo”.

“Não há fundamento aceitável para estes atos hediondos que visam atentar contra seres humanos indefesos, e atingir nações livres, democráticas, abertas à diversidade e respeitadoras do Estado de Direito e dos Direitos Humanos”, afirma Paulo Portas.


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