A reportagem publicada, na semana passada, no Açoriano Oriental sobre sazonalidade confirmou o que o setor já sabe: os diagnósticos convergem, as soluções são conhecidas, os instrumentos existem. O que falta não é mais estratégia, é concertação. É calendário. É execução com previsibilidade.
Esta última palavra importa. Uma companhia aérea que pondera uma rota de inverno para os Açores precisa...
Setembro: o mês de recomeço. Mãos à obra.
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