1) Nós, diz António Castro Caeiro, ainda vivemos num mundo ptolemaico. Ainda vamos ver o pôr-de-sol, o eclipse e não o levantar e baixar da Terra. Ainda estamos no lugar onde os sentimentos acontecem terrealmente, num mundo envelhecido, é certo, cartografado pelo nosso design existencial, rugas e singularidades - quando estamos em relação.
E é disso que se trata quando fazemos o que quer...
Sangue, suor e lágrimas
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