Um jovem açoriano candidatava-se a um emprego em Lisboa. Tinha um percurso académico exemplar e brilhantes competências técnicas, angariadas a bordo de duas multinacionais, e regressara a São Miguel pela «qualidade de vida». Mas arrependeu-se. A vivência insular foi um paraíso durante anos, confessou-me ele, mas depois veio uma sensação de desamparo. Desencantara-se das ilhas.
O que nos prende...
O que nos prende à ilha
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