A pouco menos de duas semanas das eleições presidenciais, o país parece anestesiado pela apatia gerada pelo lote menos entusiasmante de candidatos destes cinquenta anos de democracia.
Da overdose de debates ao frenesim das sondagens, mastigando números no vício dos empates técnicos, esta campanha, que oficialmente começou no domingo passado, atravessa o país como um nevoeiro, num marasmo de ideias...
Entre o excesso e o vazio
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