São inúmeras as pessoas que andam com o telemóvel na mão. Riem, sorriem para o ecrã, indiferentes aos outros e até, em alguns casos, chocam fisicamente com quem se cruza no passeio.
Circulam na rua com esse equipamento na mão ou pendurado ao pescoço, como se o telemóvel fosse uma espécie de “extensão corporal”. Se acontece ficar esquecido em casa, vivem um sentimento de vazio, carência, que alguns...
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