Nas paredes formam-se líquenes. As madeiras das caixilharias, das traves que sustentam os telhados e dos pavimentos tornam-se alimento de muitos pequenos seres. A ação dos fenómenos meteorológicos — a chuva, o vento, o frio — vai fragilizando o edifício. Um dia, perante a ausência prolongada de cuidados, os telhados tombam, o dentro e o fora confundem-se e aquilo que foi erguido com muito esforço,...
As casas não morrem de pé
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