Poderia trocar a ordem do adjetivo, mas a dor não alterava o valor eterno da ilha berço, das saudades que representam a aguarela dos sentimentos, cravados nas lápides lavadas de sal.
Poderia escolher as cores, faltam os dedos para as apontar e diferenciar, enquanto se embaciam os olhos, sem saberem distinguir, escorrendo lágrimas, num pincel de água salgada.
Poder-lhe-ia chamar de verde, azul,...
A eterna ilha
Conteúdo exclusivo para subscritores.
Estar informado custa menos do que um café por dia!
Inclui acesso à totalidade das edições impressas, em formato digital, dos jornais e dos respetivos suplementos semanais ou da revista.
