Greve geral

SITAVA adere à paralisação

O Sindicato dos Trabalhadores da Aviação e Aeroporto (SITAVA) anunciou que vai aderir à greve geral de 3 de junho contra a reforma laboral



Em comunicado, a estrutura sindical informa que “a greve, sob a forma de uma paralisação total do trabalho durante todo o período de funcionamento correspondente àquele dia”, tem dois objetivos: “rejeitar o pacote laboral de assalto aos direitos e de afronta à Constituição da República Portuguesa” e “combater a política de retrocesso e exigir um outro rumo para o País”.

O SITAVA esclarece ainda que os trabalhadores vão assegurar os serviços mínimos indispensáveis, incluindo voos urgentes por razões de segurança, voos ambulância, emergências em voo, voos de Estado e voos militares.

Também serão garantidas ligações mínimas às ilhas. Nos Açores, serão asseguradas as duas primeiras descolagens e aterragens em São Miguel e na Terceira, uma ligação em cada uma das restantes ilhas e a primeira ligação entre o continente e a região. Na Madeira, será garantida a primeira ligação entre o continente e a região e a primeira ligação entre o Funchal e o Porto Santo.

A CGTP entregou um pré-aviso de greve geral para 3 de junho contra as alterações à lei laboral, após as negociações com o Governo terem terminado sem acordo.

O Governo aprovou na semana passada em Conselho de Ministros a proposta de lei de revisão da lei laboral, que será discutida no parlamento.

O anúncio foi transmitido pela ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Rosário Palma Ramalho, em conferência de imprensa, uma semana depois de o Governo ter dado por terminadas as negociações sobre as alterações à legislação laboral sem acordo na Concertação Social.


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