Sindicato enaltece aumento da remuneração complementar para função pública nos Açores

Sindicato enaltece aumento da remuneração complementar para função pública nos Açores

 

Lusa/AO Online   Regional   3 de Dez de 2018, 14:55

O Sindicato dos Trabalhadores da Administração Pública (SINTAP) mostrou-se, esta segunda-feira, satisfeito com o anúncio do Governo dos Açores de que a remuneração complementar dos funcionários públicos da região vai subir 12% no próximo ano.

Em nota enviada à imprensa, o sindicato diz que a medida representa "um esforço sério de compensação do poder de compra" dos salários mais baixos da função pública e "constitui um importante contributo para dignificar e credibilizar" os órgãos de governo próprio da região.

Além disso, o aumento anunciado pelo chefe do executivo açoriano, Vasco Cordeiro, "faz justiça à luta de mais de 7.500 funcionários" beneficiários da remuneração complementar, quadros "penalizados por uma inflação acumulada e congelamentos salariais verificados entre 2012 e 2018".

O presidente do Governo dos Açores anunciou na semana passada, em discussão sobre o Plano e Orçamento da região, que, em 2019, a remuneração complementar dos funcionários públicos na região vai aumentar em 12%, sendo reforçado, por essa via, “o rendimento das famílias”.

"O Governo dos Açores vai aumentar a remuneração complementar dos funcionários públicos açorianos em 12%, reforçando, também por essa via, o rendimento das famílias. Também por proposta do PCP, o Governo dos Açores compromete-se, perante este parlamento e perante os açorianos, a reforçar em 2019 o complemento açoriano do abono de família em 6%, permitindo, dessa forma, o apoio reforçado às famílias açorianas, sobretudo àquelas que estão numa situação de maior fragilidade", anunciou o chefe do executivo socialista.

A proposta de Orçamento dos Açores para 2019, aprovada com os votos favoráveis do PS, mas também do CDS-PP e do PCP, tem um valor global de 1.604,8 milhões de euros e pretende ser um documento de "confiança" e "previsibilidade" no trajeto económico, refere o executivo regional.



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