Preço da electricidade vai subir 2,9 por cento

Preço da electricidade vai subir 2,9 por cento

 

Lusa/AO online   Nacional   15 de Out de 2007, 16:34

O preço da electricidade para o próximo ano vai subir em média 2,9 por cento em Portugal Continental, o que significa um aumento para a maioria dos consumidores domésticos de 1,09 euros por mês, anunciou esta segunda-feira a Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos.
     Estes valores, muito abaixo dos 15,7 por cento propostos o ano passado, estão um pouco acima da taxa de inflação esperada para 2008 que é de 2,1 por cento.

    A maioria dos consumidores domésticos, 5,7 milhões de clientes com uma potência inferior a 20,7 kVA, vai pagar mais 1,09 euros por factura mensal durante o próximo ano.

    Os restantes, com uma potência contratada superior a 20,7 kVA, vão ter um aumento de 2,7 por cento.

    A maior subida regista-se para os clientes industriais que terão um aumento médio de 3,1 por cento, com maior peso para os de muita alta tensão (MAT) e alta tensão (AT) que terão uma subida de 3,9 por cento.

    As pequenas empresas, clientes de baixa tensão especial (BTE) terão um aumento de 2,5 por cento e os clientes industriais de média tensão (MT) vão ver a electricidade subir 2,5 por cento.

    Nos Açores, o aumento médio para os consumidores vai ser de 2,5 por cento.

    Aqui serão os consumidores em baixa tensão (BT), ou domésticos, a pagar a maior factura, com um aumento médio de 3,2 por cento, enquanto os clientes de média tensão vai pagar apenas mais 0,9 por cento.

    Os consumidores domésticos com potência superior a 17,25 kVA vão pagar mais 3,4 por cento e os com potência inferior pagarão 3,3 por cento.

    Na Madeira, o aumento é bastante superior, com a generalidade dos clientes a pagar em média mais 5 por cento pela electricidade.

    Os clientes domésticos vão pagar em média mais 5,4 por cento e os de média tensão mais 2,6 por cento.

    Os clientes em BTE pagam 3,6 por cento a mais em 2008, mas serão os de baixa tensão normal (BTN) com potência contratada superior a 20,7 kVA que vão sofrer o maior aumento, de 6 por cento. Os domésticos com potência inferior pagarão mais 5,8 por cento.
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