PGR mantém segredo de justiça no processo Last Call

Mais de meio ano após as diligências da Polícia Judiciária nos Açores e em Lisboa, o processo Last Call continua sobre segredo de justiça, confirmou ao Açoriano Oriental a Procuradoria-Geral da República



O processo, que investiga suspeitas de favorecimento ilegal de uma companhia aérea através de um esquema montado com recurso a fundos públicos europeus, foi lançado a 17 de março, cumpriu 14 mandatos de busca e apreensão e constituiu cinco arguidos na altura, um número que o então diretor nacional adjunto da PJ, Pedro Fonseca, poderia sofrer alterações.

No entanto, até ao momento, não se sabe mais informações sobre quantos, ou quem, foram constituídos arguidos.

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