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“Ninguém” reflete a “minha vida no teatro e a nossa vida no mundo”

António Capelo, com 45 anos de carreira como ator, revela que o monólogo com texto de Zeferino Mota resulta de uma reflexão conjunta dos “tempos conturbados” que vivemos



“Ninguém”, um monólogo com António Capelo, sobe esta sexta-feira ao palco do Coliseu Micaelense. Este é o primeiro que faz na sua carreira. Como surgiu a oportunidade de fazer este espetáculo?

Este espetáculo é uma espécie de parto pós-pandemia. Durante a pandemia todos nós estivemos fechados em casa e sentimos coisas que nos fizeram pensar. Foi uma época em que mergulhámos...

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