Governo Regional quer falar com ministro da Economia sobre extensão do cabo de fibra ótica às Flores e Corvo

Governo Regional quer falar com ministro da Economia sobre extensão do cabo de fibra ótica às Flores e Corvo

 

Aonline/Lusa   Regional   22 de Ago de 2011, 20:35

O secretário regional da Ciência, Tecnologia e Equipamentos, José Contente, revelou esta segunda-feira ter pedido uma audiência ao ministro da Economia, Álvaro Santos Pereira, para analisar a extensão do cabo de fibra ótica às Flores e Corvo, nos Açores.
O secretário regional da Ciência, Tecnologia e Equipamentos, José Contente, revelou hoje ter pedido uma audiência ao ministro da Economia, Álvaro Santos Pereira, para analisar a extensão do cabo de fibra ótica às Flores e Corvo, nos Açores.

“Ainda não tenho a resposta, mas já fiz o pedido há um mês, voltei a insistir na semana passada e espero que em breve tenha oportunidade de saber junto do ministro que tipo de andamento é que teremos”, afirmou José Contente numa conferência de imprensa em Ponta Delgada.

As Flores e o Corvo são as únicas ilhas do arquipélago dos Açores que não estão ligadas ao cabo de fibra ótica que liga os Açores a Portugal Continental e à Europa, o que já motivou uma petição online a exigir informação sobre a extensão do cabo às duas ilhas do Grupo Ocidental.

José Contente admitiu que “os Governos da República do PS e do PSD não olharam para esta questão com a devida importância durante alguns anos”, recordando que, pelo contrário, o executivo regional "insistiu sempre" na concretização desta ligação.

O contrato para a extensão do cabo de fibra ótica às Flores e ao Corvo foi assinado a 18 de maio, mas até agora ainda não há informações sobre a execução deste projeto, a cargo da PT.

“Neste momento esperamos pela data, esperamos que o Governo da República assuma o compromisso face ao que o Governo Regional garantiu junto do anterior executivo, que foram 20 milhões de euros de fundos comunitários para este projeto”, afirmou José Contente.

Nesse sentido, salientou que, "perante um quadro financeiro que estava estabelecido com fundo comunitários assegurados, não há nenhuma razão para que este projeto não avance”.


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