O responsável pela transportadora regional diz que, desde o falhanço do último processo de privatização, foram feitas mudanças significativas: além da venda direta em vez de concurso público internacional; foi clarificada a posição do acionista público, reduzido a parceiro minoritário (menos de 25% do capital social); e foi redefinido o objeto da venda.
“O ativo foi limpo dos seus principais fatores históricos de complexidade: a dívida financeira intragrupo será assumida pela SATA Holding, as responsabilidades futuras com pré-reformas ficam salvaguardadas e os recursos humanos serão ajustados à real dimensão da Azores Airlines”, escreve, acrescentando que a última medida corrige uma “distorção histórica”, pois a maioria do backoffice da SATA estava na Azores Airlines.
Além destas medidas, há ainda a assunção de parte da dívida a fornecedores e a garantia de um fundo de maneio mínimo.
