Decidi deitar no divã o jovem e ambicioso psiquiatra que assina o artigo O verão em Versalhes ou os Açores dos pequenitos. Porquê? Porque acho que aquela criatura, que se desdobra numa galáxia de instituições, estudos e outras mamas, desenvolveu uma espécie de dupla personalidade. Durante o dia, o nosso psiquiatra, que arrecada cerca de duas dezenas de salários mínimos por mês, assume a personalidade...
O pequeno Robespierre
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