Ao longo do seu extraordinário percurso, o Açoriano Oriental procurou afastar-se dos campos partidários como sublinhou Francisco Maria Supico em 1897. Porém, nunca deixou de pugnar pelos interesses e reivindicações da ilha e do arquipélago onde era dado ao prelo. “Liberdade e patriotismo” foi sempre uma divisa deste jornal, de perfil generalista, que se assumia como um “historiador de todos os dias”...
“Liberdade e patriotismo” A propósito dos 50 anos da autonomia dos Açores
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