Há territórios que não se deixam conter pela geografia — dissolvem-se no sal da memória, expandem-se na respiração de quem partiu, sobrevivem como uma espécie de latência no corpo do mundo. Os Açores pertencem a essa condição quase indizível: arquipélago não apenas de terra, mas de permanência dispersa, de identidade que se move, de pertença que não conhece fronteiras fixas. Celebrar cinquenta anos...
Autonomia em travessia: 50 anos entre ilhas, memória e diáspora
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