As últimas semanas em França juntaram centenas de milhares de pessoas nas ruas e deixaram mais de mil detidos, dois mortos e a câmara municipal de Limoges em chamas. Nascido em setembro nos liceus de Créteil, o movimento passou das escolas ao custo de vida e contagiou a Bélgica, a Itália, a Grécia e a Albânia. O denominador comum é orçamental: Estados endividados cortam onde a fatura política parece...
Aquecer as mãos com Paris a arder
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