Vila Franca pretende dar novo uso ao aquaparque

O “Aqua Parque” vai ter uma nova vida. Num projeto que ainda não está fechado, executivo camarário pretende dar novas valências, manter duas piscinas e reconverter o espaço ocupado pelos “tubos”



A Câmara Municipal da Vila Franca do Campo pretende dar uma “nova dinâmica” ao empreendimento Vinha d’Areia/Aqua Parque.

Em nota enviada ao Açoriano Oriental, na sequência da Assembleia Municipal realizada na passada terça-feira sobre o futuro do espaço, o executivo camarário referiu quais são as principais ideias relativamente ao futuro do espaço.

Relativamente à zona dos “tubos”,  o executivo camarário refere que não apresenta viabilidade económica, desde logo pela sazonalidade da atividade e pelos elevados custos de recuperação de todo o sistema. Além disso, as bombas que asseguravam o seu funcionamento estão submersas, exigindo um investimento “muito significativo” para recuperar.

Por isso, o município pretende reconverter o espaço atualmente ocupado pelos “tubos” numa zona verde, de lazer e de prática desportiva, com a criação de um espaço multifuncional ao serviço da população.

O executivo, liderado por Graça Melo, pretende a manutenção de duas piscinas, uma para adultos e outra para crianças, eventualmente com recurso à captação de água salgada, prevendo-se que a respetiva exploração seja concessionada.

A zona exterior do espaço de espetáculos terá gestão direta do executivo camarário, com o intuito de assegurar a sua utilização para iniciativas culturais, recreativas e outros eventos de interesse público.

O executivo realça que a cobertura e o pavimento da zona de eventos precisam de uma “intervenção profunda” que “não poderá ser ignorada”.

No que diz respeito aos espaços comerciais, o município pretende a concessão e exploração do restaurante, da sala de eventos, do parque de estacionamento coberto e dos bares, procurando garantir a sua dinamização e sustentabilidade económica.

O município salienta que o projeto ainda não tem decisões definitivas, afirmando que está a iniciar a discussão sobre o futuro de um empreendimento que“importa devolver à população, com utilidade, sustentabilidade e uma nova dinâmica”.

Recorde-se que recentemente a Câmara Municipal recuperou a totalidade do espaço após a insolvência da anterior empresa concessionária.

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