Segundo uma nota de imprensa enviada à redação, esta certificação garante, através de uma entidade independente, a origem do leite proveniente de sistemas de produção assentes na pastagem natural, que é uma das características mais distintivas da produção leiteira da Região.
Relativamente às prioridades para garantir a sustentablidade futura da fileira do leite, a Prolacto considera que a diferenciação, a inovação e a valorização da origem são essenciais.
Perante as dificuldades do setor, a Prolacto defende ainda que a competitividade da fileira deve assentar cada vez mais na criação de valor, através da diferenciação e da inovação, promovendo o crescimento sustentável do setor em benefício de todos os seus intervenientes.
“Continuaremos a defender o nosso maior ativo: o leite açoriano e os seus produtores. O futuro passa por ter custos ajustados à realidade e transformar uma matéria-prima de excelência em produtos diferenciados, capazes de competir globalmente pelo seu valor, qualidade e origem”, disse Oscar Criado del Rey, CEO da Prolacto.
“Precisamos de um bolo maior, não de dividir um bolo cada vez mais pequeno. É por isso que apostamos na diferenciação, na inovação e na valorização do leite açoriano”, acrescentou.
A Prolacto acredita que esta certificação constitui mais um passo na valorização do leite açoriano.
