Governo Regional quer políticas europeias ajustadas às especificidades dos Açores

O vice-presidente do Governo açoriano, Artur Lima, defendeu em Bruxelas, o reconhecimento das especificidades dos Açores nas políticas europeias, salientando que “esta é uma matéria absolutamente prioritária", face às negociações em curso para o próximo orçamento europeu



Artur Lima participou, em Bruxelas, na 172.ª reunião plenária do Comité das Regiões Europeu, em que se debateu a aprovação de pareceres sobre a Política Agrícola Comum, o Fundo Social Europeu e as prioridades em matéria de clima e energia para o período 2028-2034.

O Governo Regional (PSD/CDS-PP/PPM) adianta, em comunciado, que a Região apresentou e “apoiou um conjunto de emendas de outras Regiões Ultraperiféricas”, que visam garantir “o reconhecimento das suas especificidades e constrangimentos estruturais permanentes, através de soluções adequadas e ajustadas territorialmente”.

O vice-presidente do Governo Regional destacou a “ação dos Açores para procurar salvaguardar a justa e devida adequação das políticas europeias à realidade regional, em particular no que diz respeito ao próximo Quadro Financeiro Plurianual”.

Artur Lima, citado na nota, salientou que “esta é uma matéria absolutamente prioritária para a Região, face às negociações em curso para o próximo orçamento europeu”.

Neste sentido, “as instituições europeias têm de reconhecer a relevância de políticas estruturantes como a Política Agrícola Comum ou a Coesão para os Açores e restantes Regiões Ultraperiféricas”, sublinhou.

Da mesma forma, “terão de reconhecer o valor que os Açores trazem à Europa no atual contexto geopolítico”, acrescentou o governante.

O Comité das Regiões Europeu tem como principal missão emitir pareceres sobre temas políticos da atualidade e propostas legislativas em áreas relacionadas com o exercício do poder regional e local na Europa, como a coesão económica e social, o emprego e formação profissional, a educação e cultura, a saúde e política social, bem como o ambiente, as alterações climáticas, a energia e os transportes, entre outras.


PUB

De um total de 79 jackpots do Euromilhões, registados em Portugal desde 2004, nenhum prémio máximo foi atribuído na região, que em 2025 apostou 46,2 ME em jogos da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa