Durante demasiado tempo, habituámo-nos a colocar a arte num lugar secundário: o da ilustração, do comentário tardio, do adorno cultural. Mas a investigação artística faz exatamente o contrário. Entra nas fraturas do presente, trabalha sobre elas e devolve-nos novas formas de leitura. Não chega depois do mundo. Enfrenta-o enquanto ele acontece. Não ilustra o presente: interpreta-o, confronta-o e...
Quando a arte investiga o presente, a sociedade ganha futuro
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