A lei exige registos, o Estado cobra por eles e deixa os utentes à espera de um serviço que não consegue, definitivamente, prestar em tempo útil. Nas conservatórias, a insuficiência de meios tornou-se rotineira. Quem precisa de concluir qualquer tipo de registo depende, quase sem exceção, de um Estado que, enquanto exige pontualidade e cumprimento aos seus cidadãos, normaliza os seus próprios atrasos.
Os...
O Estado a falhar
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