A tentação de dramatizar, de simplificar realidades complexas em palavras fortes como “colapso”, pode render atenção imediata, mas cobra um preço elevado: enfraquece a confiança nos diagnósticos e contamina a discussão com ruído.
Nos últimos dias, a qualificação profissional nos Açores foi descrita como estando em “colapso”. A palavra é apelativa, mas exige lastro factual. E é precisamente aí...
Gritar “colapso” não cria realidade
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