Trabalhar com uma comunidade é uma missão. Não pode ser uma estratégia para ganhar pontos numa candidatura, ficar bem na fotografia ou alimentar um ego já de si inflamado pela síndrome do salvador. Também não pode nascer de uma visão paternalista, desse lugar confortável de quem olha para os “pobrezinhos”, os desfavorecidos ou os velhinhos como matéria-prima para um projeto artístico.
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Arte e comunidade: quem serve quem?
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