Depois da derrota por 2-1 com o União Micaelense, Paulo Juromito fez questão de expressar a sua indignação com o trabalho da equipa de arbitragem liderada por Pedro Amaral, entendendo que ficaram por assinalar três grandes penalidades a favor do Operário.
“Foi um jogo bem disputado, entre duas equipas muito boas.(...) Depois viu-se o verdadeiro protagonista do encontro [o árbitro]. Tem que se ter atenção.As associações de futebol, a associação de arbitragem, temos de ter atenção e saber se queremos evoluir ou não. Saber se queremos andar aqui no grito e na pancadaria. Isto não é a Premier League, é o futebol açoriano”, atirou o dirigente.
Na primeira parte os fabris começaram por reclamar falta sobre Diogo Medeiros dentro da área. Depois disso, pedem castigo máximo por mão na bola de Mbala, depois de um cruzamento à queima roupa do lateral esquerdo Simon.
“Eu vi três penáltis, dois deles foram claríssimos. Foram três”, insistiu, acrescentando posteriormente que “dois foram na primeira parte e um na segunda”, explicitou.
O último lance que Juromito se queixa está relacionado com a queda na área de Edgar Ribeiro, na sequência de uma disputa de bola com o defesa central Paulo Dinarte.
A expulsão do médio do Operário Diogo Medeiros, aos 35 minutos, também mereceu um comentário da parte do líder do emblema lagoense: “foi justa”, reconheceu.
Recorde-se que oavançado lagoense deixou a equipa reduzida a 10 depois de agredir AndréCordeiro, defesa central unionista.
