A sua presença é uma constante, seja a controlar os locais onde as buscas continuam, ou apenas a circular pelas ruas e avenidas daquela cidade no sudeste turco, uma das mais atingidas pelo sismo de segunda-feira.
No local, a agência Lusa encontrou forças da polícia, da Jandarma (uma espécie de GNR turca) e militares, estes sempre com armas.
Um polícia com quem a Lusa falou disse que tinha vindo de Ancara, no sábado.
Desconhece a situação no terreno e não sabe se tem havido algum tipo de crimes após o sismo.
“Viemos para reforçar a segurança”, diz, de forma seca, sem mais declarações a fazer.
Por Kahramanmaraş, a agência Lusa ouviu alguns habitantes a dizerem que corriam histórias de roubos às casas cujos residentes fugiram e pilhagens a lojas e comércio.
Vários optam por arriscar e entrar nas suas casas, mesmo que danificadas, para tentarem retirar alguns pertences, face aos rumores.
Ao mesmo tempo que a presença policial parece suplantar o número de membros de equipas de salvamento, a cidade parece mudar o seu foco nas operações de busca.
