Na ocasião, o presidente do parlamento açoriano, Luís
Garcia, considerou que se fez “justiça”: “com a inauguração deste
monumento, perpetuamos no tempo a memória do trabalho incansável de
tantos, e tantos, homens e mulheres, profissionais ou voluntários, das
mais variadas áreas e setores da sociedade açoriana”.
Na sua
intervenção, sublinhou que esta homenagem pretende ser “inclusiva e
abrangente”, porque “o sucesso global deste longo e exaustivo processo
exigiu um trabalho desenvolvido em rede, com uma verdadeira cooperação
entre todos”, “desde os profissionais de saúde aos Bombeiros e Proteção
Civil, passando pelos diversos serviços de apoio social e IPSS, pelas
Forças Armadas e de Segurança, pelos empresários e trabalhadores dos
mais diversos setores, públicos ou privados, sem esquecer todos os
autarcas, governantes e deputados que estiveram em funções durante a
pandemia”, bem como aqueles “que estiveram lá para ajudar quem deles
precisou, fosse um vizinho, um familiar, um amigo, ou um simples
desconhecido”.
Luís Garcia elogiou o “elevado espírito cívico” dos
açorianos e invocou a memória dos cerca de 120 açorianos que faleceram
vítimas da doença, cumprindo um minuto de silêncio.
