No encontro, duas semanas após Guterres ter ficado a saber que estava a ser espiado por Washington e que as autoridades norte-americanas o consideravam "demasiado brando" com a Rússia, Blinken disse publicamente estar grato ao secretário-geral pela "sua notável liderança", particularmente em defender os princípios da Carta das Nações Unidas.
Blinken elogiou ainda o trabalho que Guterres realizou pessoalmente em relação ao Acordo dos Cereais do Mar Negro para tentar garantir que alimentos ucranianos continuassem a chegar aos mercados mundiais.
