Segundo nota de imprensa difundida pela Câmara Municipal da Povoação (CMP), “a margem de endividamento do município ficou ainda mais folgada, chegando perto dos 6,2 milhões de euros”.
Na reunião da Assembleia em que as contas do
município estiveram em foco, o seu responsável, Pedro Melo, esclareceu
que, ao longo de 13 anos de gestão camarária, foram investidos 562 mil
euros na atribuição de bolsas de estudo para universitários - no ano
passado, a bolsa de estudo atingiu um valor anual de 750 euros, para
cada aluno que frequentou o ensino superior.
“Os Programas de Emprego também sofreram um grande investimento por parte da autarquia povoacense, designadamente mais de 6,6 milhões de euros, nos últimos 13 anos. O mesmo aconteceu com o apoio na aquisição de medicamentos aos idosos que, a partir de 2018, viram este apoio duplicado. Em 2023 as senhas no apoio à medicação voltaram a aumentar, passando de 10 para 15 euros por utente”, evidencia a mesma nota.
De igual modo, ainda de acordo com Pedro Melo, em 13 anos foram transferidas verbas para as juntas de freguesia, através da delegação de competências, no valor superior a 1,9 milhões de euros e apoiadas a Escola Básica e Secundária da Povoação e a Escola Profissional, no que considerou ser uma “aposta acertada na educação dos nossos jovens”.
Neste mesmo período, o
autarca povoacense fez notar que não foram aumentados impostos e/ou
taxas municipais, o mesmo acontecendo com as tarifas da água, da recolha
dos resíduos e o IMI, “que até sofreu uma redução para as famílias
numerosas, variando de acordo com o número do agregado familiar”.
