Ucrânia/1 ano

CDS-PP defende apoio financeiro e militar e espera que a paz possa ser alcançada

O presidente do CDS-PP, Nuno Melo, defendeu hoje o apoio financeiro e militar à Ucrânia, no dia em que passa um ano desde o início da invasão pela Rússia, e apelou a que seja possível alcançar a paz.



Em comunicado, o eurodeputado centrista repudiou “a guerra de conquista iniciada pelo regime russo, com recurso a uma violência que se julgava impossível entre nações civilizadas depois do fim da II Guerra Mundial”.

Nuno Melo referiu que o CDS defende, tanto a nível nacional, como nas instituições europeias, “o auxílio financeiro e o apoio militar ao povo ucraniano”.

“Decorrido um ano desde o início da invasão russa, o CDS-PP deseja que a paz possa ser alcançada, com absoluto respeito pela integridade territorial e por todos os direitos do povo ucraniano”, sublinhou.

Considerando que “está em causa a vitória da democracia e da liberdade ou o triunfo da ditadura e da opressão”, o líder do CDS-PP apontou que “o povo ucraniano luta pela defesa dos valores de referência inalienáveis das sociedades ocidentais, que também partilham”.

A ofensiva militar lançada a 24 de fevereiro de 2022 pela Rússia na Ucrânia causou até agora a fuga de mais de 14 milhões de pessoas – 6,5 milhões de deslocados internos e mais de oito milhões para países europeus -, de acordo com os mais recentes dados da ONU, que classifica esta crise de refugiados como a pior na Europa desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

Neste momento, pelo menos 17,7 milhões de ucranianos precisam de ajuda humanitária e 9,3 milhões necessitam de ajuda alimentar e alojamento.

A invasão russa – justificada pelo Presidente russo, Vladimir Putin, com a necessidade de “desnazificar” e desmilitarizar a Ucrânia para segurança da Rússia - foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que tem respondido com envio de armamento para a Ucrânia e imposição à Rússia de sanções políticas e económicas.



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