Sempre que se fala de acessibilidades nos Açores, a explicação surge quase automaticamente: centralismo. Se São Miguel tem mais voos, alguém terá decidido privilegiá-la. E, se as restantes ilhas não têm o mesmo, caberá ao Governo garantir que passem a ter.
Importa colocar as coisas de forma pragmática: quando uma companhia aérea decide abrir uma rota, não está a escolher uma ilha preferida. Está...
A igualdade que não se decreta
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