Governo diz que não há registo de portugueses mortos ou feridos no sismo na China

Governo diz que não há registo de portugueses mortos ou feridos no sismo na China

 

Lusa/AO online   Internacional   9 de Ago de 2017, 11:31

O Governo disse que não há registos de portugueses mortos ou feridos no terramoto que atingiu terça-feira a província de Sichuan, no centro da China, de acordo com fonte da secretaria de Estado das Comunidades.


Segundo a mesma fonte, há dez portugueses registados nos serviços consulares na zona do terramoto, sendo que nove já foram contactos e o outro nacional deverá mesmo estar fora da região.

O número de mortos causado por um terramoto ocorrido na terça-feira na província de Sichuan, centro da China, aumentou hoje para 19, enquanto o número de feridos se fixou em 247, informou a imprensa oficial.

O 'microblog' do jornal Diário do Povo avançou que 40 dos feridos estão em estado grave, na sequência de um dos mais devastadores terramotos dos últimos anos na China, de magnitude 7 na escala de Richter.

O abalo afetou sobretudo a zona turística de Jiuzhaigou. Segundo o Centro de Redes de Sismos da China, o terramoto teve o seu epicentro a 33,2 graus na latitude norte e 103,82 na longitude este, com uma profundidade de 20 quilómetros.

Em 2008, Sichuan sofreu um dos piores terramotos das últimas décadas, que fez 90.000 vítimas, entre mortos e desaparecidos.

O Presidente chinês, Xi Jinping, e o primeiro-ministro, Li Kiqiang, apelaram a todos os esforços para resgatar os feridos e auxiliar as vítimas.

As autoridades chinesas lançaram um dispositivo de emergência de máximo nível, com equipas de resgate destacadas para a área próxima do epicentro.

Jiuzhaigou é um vale famoso pelas suas cataratas e formações cársticas e um dos destinos do centro da China mais visitados por turistas.

Até ao momento, foram evacuados mais de 30.000 turistas da região, enquanto outros 10.000 continuam à espera de serem resgatados, já que os deslizamentos de terra também bloquearam as estradas.

Segundo a imprensa oficial, foram registadas mais de uma centena de réplicas.

Estimativas do ministério chinês de Assuntos Civis apontam para 24.000 habitações destruídas ou gravemente danificadas.




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