Dentistas

Branqueamentos dentários ilegais põem em risco saúde pública


 

Lusa/AO online   Nacional   8 de Nov de 2010, 17:24

Há branqueamentos dentários a laser que estão a ser feitos de forma ilegal em cabeleireiros, esteticistas, spas e parafarmácias que podem representar um perigo para a saúde pública, denuncia a Ordem dos Médicos Dentistas.
O bastonário Orlando Monteiro da Silva sublinha que o branqueamento dentário é um acto médico que tem de ser avaliado e executado por profissionais devidamente habilitados e em ambiente clínico, o que nem sempre é cumprido.

“O médico dentista tem de avaliar se uma pessoa tem condições para fazer o branqueamento. E é preciso estar clinicamente preparado para eventuais efeitos, embora raros, que podem ocorrer durante um branqueamento, como queimaduras”, explica à agência Lusa.

A única excepção é para produtos que contêm baixo teor do composto do branqueamento, normalmente elixires e dentífricos.

Mesmo os produtos com médias concentrações que podem ser colocados em casa requerem aconselhamento e supervisão médica.

Segundo uma ronda realizada pela Lusa em alguns consultórios, uma sessão de branqueamento de duas horas num dentista pode ficar a 300 ou 400 euros, enquanto há estéticas e parafarmácias que “vendem” branqueamentos por 100 euros.

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