Bolas de Berlim chegam às praias de São Miguel

Bolas de Berlim chegam às praias de São Miguel

 

Lusa/AO Online   Regional   4 de Set de 2014, 16:34

As típicas bolas de Berlim chegaram este verão às praias da ilha de São Miguel, nos Açores, uma iniciativa da empresária Catarina Ferreira, que aguardou dois meses pela licença para poder vender este doce.

“Eu já tenho as coisas todas preparadas para começar desde julho, só que a autorização veio há uma semana ou nem isso. Oficialmente só começámos na quarta-feira”, afirmou Catarina Ferreira em declarações à Lusa.

A empresária, a residir há alguns anos nos Açores, cresceu na zona da Nazaré e habituou-se a comer bolas de Berlim durante o verão na praia, uma tradição habitual nos areais do continente que decidiu importar agora para São Miguel.

O primeiro dia de vendas do doce “correu muito bem”, na praia de Santa Bárbara, na cidade da Ribeira Grande, onde decorre atualmente o SATA Azores Pro, com a elite mundial do surf.

“Passado uma hora e meia já tinha vendido todas as bolas de Berlim. Tive de fazer mais”, disse Catarina Ferreira, revelando que tinha feito de manhã 40 bolas de Berlim, que são vendidas cada uma a 1,20 euros.

Catarina Ferreira explicou que utiliza a receita das bolas de Berlim de Alcobaça, que têm “massa mais fofa e o creme é feito com ovos”.

Para ultrapassar a burocracia Catarina Ferreira revelou que começou a vender as bolas de Berlim no 3/4 Café, em Ponta Delgada, e, como faz diariamente o doce, tem capacidade para vendê-lo nas praias micaelenses “enquanto estiver bom tempo”.

“Até ao final da SATA Azores Pro estará nos Areais [Santa Bárbara]. Depois, consoante o tempo, vamos estar na praia das Milícias”, em Ponta Delgada, afirmou Catarina Ferreira, acrescentando que também aceita encomendas por telefone ou através da página “Olhaaboladeberlim” na rede social do ‘Facebook’.

A empresária adiantou que as bolas são vendidas numa tradicional cesta de verga, com apoio de um carro, que fica estacionado junto à praia.

“O nosso objetivo é, uma vez que demorou mais do que era suposto a licença, perceber a recetividade das coisas e depois pensar num projeto mais a sério para o ano. Poderá ser um equipamento móvel para andar pelas praias todas durante o dia, com determinadas horas marcadas. Esse é o meu projeto para continuar com isso”, revelou a empresária.

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