Vasco Cordeiro critica "avalanche" de medidas de austeridade

Vasco Cordeiro critica "avalanche" de medidas de austeridade

 

Lusa/Açoriano Oriental   Regional   3 de Out de 2012, 23:22

O candidato socialista à presidência do Governo dos Açores, Vasco Cordeiro, criticou esta noite "a avalanche" de medidas de austeridade impostas pelo Governo da República, frisando que

“Ainda hoje fomos brindados com uma avalanche de medidas de austeridade. Depois da desastrada experiência da TSU, tivemos um bom exemplo de pior a emenda do que o soneto”, afirmou Vasco Cordeiro, acrescentando que “o problema é que quem está a pagar as experiências do Governo da República do PSD são as famílias e as empresas”.

Vasco Cordeiro, que falava perante cerca de quatro centenas de pessoas que encheram a sala da Banda 15 de agosto, em Vila do Porto, na ilha de Santa Maria, frisou que “a palavra está do lado dos açorianos”, salientando que a resposta deve ser dada nas eleições regionais de 14 de outubro.

“Cada vez faz mais sentido perguntar se queremos ter nos Açores um governo do mesmo partido que em Lisboa só conhece a austeridade”, afirmou, defendendo que “é altura de os Açores trilharem o seu caminho e percorrerem a via açoriana para o desenvolvimento”.

Vasco Cordeiro, que tinha na primeira fila o cabeça de lista da Plataforma de Cidadania pelo círculo de Santa Maria, que bateu palmas várias vezes, defendeu que esta ilha “deve assumir o lugar que é seu por direito no conjunto das ilhas da região”.

Nesse sentido, destacou a importância do setor agrícola, mas também do turismo náutico, uma área onde espera que a região assuma “uma posição de vanguarda a nível nacional dentro de 10 anos”.

Na sua intervenção neste comício, Vasco Cordeiro frisou ainda que, caso assuma a presidência do executivo regional, pretende “tomar medidas que ajudem as famílias e as empresas a ultrapassar” a atual situação de crise.

Garantir a redução fiscal em sede de impostos, para que a região continue a pagar impostos mais baratos do que o continente e a Madeira, garantir o nível de investimento público e reforçar as medidas de apoio social, como o aumento dos complementos regionais de pensão e de abono de família e a duplicação do desconto em creches já existente para famílias com mais de um filho, foram algumas das medidas apontadas.

“A chave está na economia, não está nas finanças e é pena que o Governo da República ainda não tenha percebido isso”, afirmou, acrescentando que é necessário “agir para fazer com que a economia cresça, porque essa é a forma de combater a austeridade que chega do Governo da República”.


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