Teatro Micaelense acolhe "Sala de Embarque"

Teatro Micaelense acolhe "Sala de Embarque"

 

Lusa/Açoriano Oriental   Cultura e Social   22 de Mar de 2017, 09:31

No próximo sábado, 25 de março, o Teatro Micaelense acolhe "Sala de Embarque", uma peça de teatro, encenada a partir de um texto de Fernando Nunes, que conta com as interpretações de João Malaquias, Margarida Benevides, Henrique Santos e Joana Matos.

Teatro Micaelense acolhe "Sala de Embarque"

“Sala de Embarque” fala de um desejo de partir, de uma ideia de instabilidade e da consolidação dessa vontade de partida, procurando falar de nós, aqui neste tempo e espaço. Depois da estreia, em outubro do ano passado, na Galeria Arco 8, o projeto renovou o elenco (a jovem atriz Joana Matos substitui Liliana Janeiro) e, tendo em vista a adaptação ao palco do Teatro Micaelense, passou também a contar com as colaborações de Lígia Soares (assistência de encenação) e Miguel Castro Caldas (apoio à dramaturgia).

 

Fernando Nunes é professor de Filosofia. Em Setembro de 2004, editou o livro “Construções na Areia” com o arquiteto António João Lima e, em Dezembro de 2009, editou o livro de poemas “O Mar Pintou de Azul”, com o poeta José Fontes Novas. Colaborou com o Boletim Cultural Fazendo, entre 2010 e 2016. É também autor dos textos teatrais “O Olhar de uma Inatingível Ternura”, “As Charlas Quotidianas do Doutor Mara”, “Podemos Controlar o que os Outros Pensam de Nós?” e “Sala de Embarque”, com várias representações nos palcos das ilhas do Faial e São Miguel.
Lígia Soares é coreógrafa e dramaturga. Começou o seu trabalho como atriz na companhia de Teatro Sensurround, em 1997. Desde 2001, criou mais de 20 peças a solo ou em colaboração. O seu trabalho tem sido apresentado nacional e internacionalmente, estando presente em vários programas internacionais de dança contemporânea. Juntamente com a sua irmã Andresa Soares é diretora artística da Máquina Agradável (Lisboa), através da qual produz os seus trabalhos. A sua peça “Romance”, de 2015, foi editada pela Douda Correria. Na temporada 2015/2016, foi membro do laboratório de escrita para teatro do Teatro Nacional D. Maria II, em Lisboa. Em cinema, trabalhou com João César Monteiro, João Nicolau, entre outros.
Miguel Castro Caldas escreve para a cena e para o papel, traduz e dá aulas de dramaturgia na licenciatura de Teatro na Escola Superior de Artes e Design. Trabalhou em teatro com Bruno Bravo, Jorge Silva Melo, Gonçalo Waddington, Miguel Loureiro, António Simão, Tiago Rodrigues, Teresa Sobral, Raquel Castro, Pedro Gil, Lígia Soares, Gonçalo Amorim, Rute Rocha, entre outros. Alguns dos seus textos estão publicados na coleção Livrinhos de Teatro dos Artistas Unidos, na editora Ambar, na Douda Correria, na Mariposa Azual, na Culturgest, na Primeiros Sintomas, e nas revistas Artistas Unidos, Fatal e Blimunda. Traduziu Samuel Beckett, Harold Pinter, Ali Smith, William Maxwell, Joyce Carol Oates, Salman Rushdie, Senel Paz, entre outros.


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