Revista de Imprensa Nacional


 

Lusa/Ao online   Agenda   11 de Dez de 2007, 05:29

A morte de mais um segurança no Porto é o tema comum hoje nos jornais lisboetas que destacam também que médicos vão ter novo Código Deontológico e o afastamento pelo Governo da descida de impostos até 2011.
O Jornal de Notícias escreve “Matança não pára”, referindo que o guarda-costas do dono da discoteca Chic [assassinado no Verão no Porto] foi morto a tiro quando estava a sair da sua residência em Gaia.

    O diário adianta que o segurança foi morto quando preparava a mudança de casa e salienta que esta é a quarta morte no Porto relacionada com a “noite” em cinco meses.

    Sobre este tema, o Correio da Manhã titula “Testemunha chave abatida em Gaia”, explicando que Alberto Carvalho terá contado à Polícia Judiciária o que viu na noite da morte de Aurélio Palha.

    O 24horas revela na sua edição de hoje “Segurança assassinado viu quem matou o rei da noite”, escrevendo que Alberto Carvalho era “testemunha-chave na investigação à execução de Aurélio Palha”.

    O Diário de Notícias noticia que “Três rajadas de metralhadora executam quarto segurança no Porto” enquanto o Público titula “Autoridades pressionadas após nova morte” no Porto.

    Em manchete, o Diário de Notícias destaca “Médicos vão ter novo Código Deontológico”, realçando que os três candidatos - Carlos Santos Silva, Miguel Leão e Pedro Nunes - a bastonário da Ordem dos Médicos, que vão quarta-feira a votos, têm em comum lançar a discussão sobre o código deontológico.

    O Público chama à primeira página “Governo afasta descida de impostos nas previsões orçamentais até 2011”.

    Segundo o jornal, o plano delineado pelo Governo para cumprir as promessas de redução do défice público feitas a Bruxelas não leva em conta a possibilidade de se vir a realizar um corte nos impostos durante os próximos quatro anos.

    Na capa, o Público avança ainda que Alberto João “Jardim coloca no orçamento obras já inauguradas”.

    “Fundos de acções fogem do BCP” é a manchete do Diário Económico, salientando que as acções do banco foram as mais penalizadas pelos fundos em Novembro, mês em que falhou a fusão com o BPI.

    Na capa, o económico chama ainda a atenção para um estudo da Polícia Judiciária que indica que a “Justiça é mais corrupta do que o futebol”.

    O Jornal de Notícias puxa para a capa “IVA na construção faz desaparecer duas mil `empresas-fantasma´”, que só existiam durante um ano para concorrer a empreitadas com preços mais baixos, porque não cobrava os 21 por cento do IVA.

    “Dinastia Vaz Guedes na Somague chega ao fim”, “Marca Portugal: Ministro [da Economia] quer vender País como Oeste da Europa” e o Dia Nacional da Imprensa, que hoje se assinala, são outros temas abordados no JdN.

    O “não” de José Mourinho à selecção inglesa de futebol, o interesse no Benfica na totalidade do passe do paraguaio Oscar Cardozo e a contratação de um avançado argentino pelos “encarnados” estão hoje na primeira página dos matutinos desportivos.

    “Benfica contrata César Delgado” é a manchete de O Jogo, anunciando que o clube da Luz garantiu o concurso do ponta-de-lança argentino, de 25 anos, que alinha actualmente no Cruz Azul, do México.

    A entrada do jogador insere-se na renovação do plantel dos “encarnados”, de onde vão sair, afirma o jornal, oito futebolistas:Zoro, Miguel Vítor, Miguelito, Romeu Ribeiro, Andres Diaz, Fábio Coentrão, Yu Dabao e Bergessio, alguns deles contratações sonantes do início de época.

    Na capa de A Bola está um José Mourinho com ar de desdém sobre o título “No!”, a resposta que o técnico português deu à federação inglesa de futebol, recusando cinco milhões de euros por ano.

    De acordo com o jornal, Mourinho confirmou a existência de conversas mas que decidiu abortar as negociações, falando-se agora no Milan.

    No Record é noticiado o interesse do Benfica na compra da totalidade do passe de Cardozo, que “passa a 11 milhões”.

    O jornal diz que o presidente do Benfica, Luís Filipe Vieira, está na Argentina a negociar “a compra dos restantes 20 por cento por mais 2,2 milhões de euros”.
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