Reclamações dos clientes das agências de viagens diminuem 6% em 2012

Reclamações dos clientes das agências de viagens diminuem 6% em 2012

 

Lusa/AO online   Nacional   7 de Dez de 2012, 16:04

O provedor de cliente das Agências de Viagens e Turismo disse hoje que as reclamações dos consumidores deverão cair entre 5 a 6% este ano, para um total de cerca de 600 queixas.

Vera Jardim, que falava no 38.º Congresso da Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo (APAVT), em Coimbra, disse que, no final deste ano, as queixas vão situar-se ao nível "de anos normais, que são aqueles em que não existem falências [de agências e operadores turísticos], de tufões, nuvens, etc".

"O setor fez um caminho de nítida melhoria", afirmou o provedor do cliente da APAVT, acrescentando que "cerca de seis centenas de queixas é um número pouco significativo face ao total de viagens vendidas em Portugal".

Até novembro, em concreto, o provedor recebeu 507 reclamações, o que representa uma queda de 9% face ao período homólogo.

Para além de um menor número de reclamações, também os pedidos de informação e de aconselhamento diminuiu nos primeiros 11 meses do ano, passando de 113 para 68. Segundo fonte do gabinete de Vera Jardim, citada pela revista oficial da APAVT, esta queda deve-se "a uma melhoria do nível do conhecimento dos clientes, designadamente pelos esclarecimentos que lhes são prestados pelas agências de viagens, mas também pela diminuição do número de viagens de lazer provocada pela atual crise económica".

Nos primeiros 11 meses do ano, as más condições de alojamento e o transporte voltaram a ser a principal razão das queixas dos turistas, representando 36,7% do total.

Nas reclamações de alojamento incluem-se, essencialmente, queixas sobre as condições das infraestruturas hoteleiras, mas também questões que tem a ver com o atendimento do pessoal ou da qualidade e diversidade da alimentação quando esta está incluída na aquisição das estadias.

No que diz respeito às más condições do transporte, em 2012 as queixas sobre as companhias aéreas cresceram, seja a nível do 'check-in', da qualidade de atendimento das tripulações, seja dos serviços a bordo, nomeadamente a qualidade ou alegada escassez das refeições a bordo.


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