Turismo

Receitas de hotelaria crescem 10,4% até Outubro


 

Lusa/AO online   Economia   12 de Dez de 2007, 15:27

As receitas da hotelaria cresceram 10,4 por cento entre Janeiro e Outubro, para 1,7 mil milhões de euros, enquanto as dormidas subiam 5,4 por cento, anunciou  o INE.
   Segundo os dados preliminares do Instituto Nacional de Estatística (INE) para a Actividade Turística, nos 10 primeiros meses do ano, o rendimento médio por quarto (revpar) foi de 32,6 euros, mais 9,4 por cento que em igual período de 2006.

    Só no mês do Outubro, a hotelaria registou 173,6 milhões de proveitos totais, o que representa um acréscimo 10,1 por cento, e 3,5 milhões de dormidas, mais 5,8 por cento que no mesmo mês do ano passado.

    Os residentes contribuíram mais para esta evolução, ao apresentarem um aumento de 7,3 por cento, atingindo um milhão de dormidas, enquanto os estrangeiros ficavam numa subida de 5,2 por cento, ou seja, 2,5 milhões (71,4 por cento do total).

    Entre os principais mercados emissores, o maior aumento pertenceu a França, com mais 13 por cento, seguindo-se Irlanda (9,9 por cento), Reino Unido (8,7 por cento), Espanha (5,5 por cento) e Holanda (1,4 por cento).

    O mercado alemão foi o único, entre os principais emissores para Portugal, que registou uma queda, de 7,2 por cento, apesar dos esforços de promoção realizados pelo Turismo de Portugal neste mercado.

    Na análise da divisão das dormidas por regiões, a maior subida foi no Centro, com mais 18,6 por cento, seguida do Norte (10,6 por cento), Algarve (6,6 por cento), Madeira (2,8 por cento), Alentejo (2,3 por cento) e Lisboa (1,1 por cento).

    A região dos Açores foi a única a apresentar uma redução, de 4,4 por cento, no número de dormidas em Outubro.

    Os estrangeiros continuaram a preferir o Algarve, Lisboa e Madeira, e os residentes elegeram o Norte, Centro e Lisboa.

    O maior número de dormidas repartiram-se entre hotéis, com 57 por cento, e hotéis apartamentos, com 14,9 por cento.

    Em Outubro, a taxa de ocupação era de 41,7 por cento, mais 0,9 pontos percentuais que no mesmo mês de 2006, com a Madeira a liderar com 58,7 por cento, seguida de Lisboa com 47 por cento.

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