PPM estranha encerramento do acesso à montanha do Pico


 

Lusa/AO On line   Regional   3 de Set de 2010, 09:52

O PPM manifestou hoje estranheza com a decisão do Governo Regional dos Açores de encerrar o acesso à Montanha do Pico até às 12:00, admitindo que “pode ter mais a ver com razões políticas do que com condições atmosféricas”.

O presidente do PPM, Paulo Estêvão, e o vice-presidente do partido, Gonçalo da Câmara Pereira, deveriam ter subido ao ponto mais alto de Portugal durante a madrugada de hoje, mas a iniciativa foi inviabilizada com a decisão de encerrar a montanha.

Os dirigentes monárquicos, acompanhados por um grupo de jovens, tinham o início da subida marcado para as 02:00 e o regresso previsto para as 10:00, pretendendo hastear no topo do Pico a bandeira da Monarquia Constitucional, como forma de homenagear o sistema político que criou a democracia portuguesa e recordar os 65 anos do fim da II Guerra Mundial.

Esta subida foi inviabilizada pela decisão do governo de encerrar o acesso à Montanha do Pico até às 12:00, alegando “grande instabilidade meteorológica”.

O PPM, em comunicado, estranha a decisão, alegando que “o tempo está em perfeitas condições”, considerando, por isso, que existiam “todas as condições logísticas” necessárias para a realização do evento que estava previsto.

Contactada pela Lusa, fonte do Instituto de Meteorologia afirmou que o estado do tempo na Montanha do Pico durante a noite e madrugada se caracterizou pela ocorrência de aguaceiros e alguma nebulosidade.

Durante a manhã, segundo aquela fonte, há condições para a ocorrência de aguaceiros fracos, apontando para uma melhoria do estado do tempo a partir do final da manhã.

Para sábado, a previsão do tempo no Pico é de céu pouco nublado, com boas abertas.


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