Orlando Duque quer vencer no ilhéu de Vila Franca do Campo

Orlando Duque quer vencer no ilhéu de Vila Franca do Campo

 

Arthur Melo   Outras modalidades   6 de Jul de 2017, 13:10

Referência mundial da modalidade falou em exclusivo ao Açoriano Oriental e diz que chegou a hora de vencer nos Açores

Pioneiro da modalidade e a grande referência mundial do cliff diving, Orlando Duque entende que é chegada a hora de acrescentar ao seu vasto palmarés a vitória na etapa açoriana que tem como pano de fundo o ilhéu de Vila Franca do Campo.

"Nos Açores já consegui alguns bons resultados e por três vezes (2012, 2013 e 2014) fiquei em segundo lugar. Julgo que é chegada a hora de subir ao lugar mais alto do pódio”, afirmou o atleta de 42 anos, em entrevista exclusiva ao jornal Açoriano Oriental.

Com 13 títulos mundiais, dois recordes do mundo no livro do Guinness, primeiro vencedor do World Series em 2009, primeiro título mundial da FINA em High Diving em 2013, recordista de mais segundos lugares na história da World Series (15) e com oito vitórias no circuito, Duque é um apaixonado pela etapa açoriana desde a estreia do ilhéu de Vila Franca do Campo no Red Bull Cliff Diving em 2012. A razão é mais do que óbvia.

“O que mais adoro na etapa portuguesa é o facto de podermos saltar diretamente das rochas. Esta é a forma mais pura do cliff diving e os Açores são o único local que nos proporciona esta experiência”, relatou o colombiano que é a figura mais icónica deste desporto.

Ainda assim, e apesar de todo o público fascínio que existe pelo “anel da Princesa”, saltar das rochas vila-franquenses também esconde alguns perigos, mormente a ondulação que, regra geral, tem criado algumas dificuldades aos atletas.

“O movimento das ondas torna tudo ainda mais difícil porque temos de calcular o timming perfeito para a entrada na água, o que eleva ainda mais a dificuldade do salto”, revela Orlando Duque que, confessa que apesar de tudo isso, “todos os atletas adoram o desafio que esta etapa oferece”.

A finalizar, o colombiano não esquece – e guarda com grata consideração - “a energia que as pessoas nos passam nos Açores. Este carinho dos açorianos e a beleza natural do arquipélago torna os Açores um dos melhores locais do circuito e, pessoalmente, aguardo sempre com expectativa o regresso” ao ilhéu de Vila Franca.

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